Cada um com o motivo objetivo. Se algum motivo não fizer sentido para vocês, o imóvel volta para a mesa.
Rua Gilberto Sabino, 215
1.146 m² • R$ 170.338 • R$ 149/m²
Mais caro da busca, 70% acima do alvo e o único que estoura também o limite de R$ 150 mil. Entrega a mesma faixa de área do Capote Valente, que sai por R$ 77 mil. A diferença de padrão não justifica R$ 93 mil a mais por mês.
Rua Fidalga, 58
1.114 m² • R$ 73.855 • R$ 66/m²
Preço bom, planta errada. Maior pavimento tem 233 m² e o prédio está dividido em cerca de 19 salas com 15 banheiros, herança de uso clínico. 200 pessoas ficariam espalhadas por quatro andares em salas fechadas.
Prédio de 2.000 m², Pinheiros
2.000 m² • R$ 90.000 • anunciante Paulo Bio
Vocação de varejo, não de escritório: loja em vão livre com escada rolante, vestiário e área de estoque, anunciado para outlet e mini shopping. Converter para 200 postos de trabalho vira obra pesada.
Rua Teodoro Sampaio, 2.394 e 2.382
2.000 m² cada • R$ 105.000 cada
Cadastrados como loja de rua. Layout de varejo em corredor de alto fluxo, sem infraestrutura corporativa.
Rua dos Pinheiros, 1.005, 2º andar
962 m² • R$ 158.054 • R$ 164/m²
Abaixo de 1.000 m² e 58% acima do alvo, fora do limite de R$ 150 mil. Daria 4,8 m² por pessoa pelo maior preço por m² da região.
Rua Francisco Leitão, 200, 1º e 2º andar
918 m² cada • R$ 154.565 cada
Cada andar sozinho é pequeno demais e os dois juntos passam de R$ 309 mil por mês, mais do que o dobro do limite.
Rua Artur de Azevedo, 1.877, cj. 11 e 12
900 m² • R$ 159.336
900 m² para 200 pessoas dá 4,5 m² cada, e o valor já está 59% acima do alvo, fora do limite.
Rua Teodoro Sampaio, 2.382, térreo A
891 m² • R$ 78.750
Loja térrea. Preço cabe, metragem e uso não.
Rua Oscar Freire, 1.560, loja
640 m² • R$ 70.400
Metade da área mínima do briefing. Serviria de flagship, não de sede.